Michel Houellebecq
quinta-feira, 28 de julho de 2011
"Jamais me perdi no trilho
Quando canto opinando
Sempre falei as verdades
A quem tiver escutando
Humilde pra um peão d'estância
E touro pra um contestando.
Quando canto opinando
Sempre falei as verdades
A quem tiver escutando
Humilde pra um peão d'estância
E touro pra um contestando.
Às vezes duro de queixo,
Às vezes meio macio,
Às vezes com turbulência
Às vezes calma de rio
Desses que embalam estrelas
Em claras noites de estio."
Às vezes meio macio,
Às vezes com turbulência
Às vezes calma de rio
Desses que embalam estrelas
Em claras noites de estio."
Noel Guarany
segunda-feira, 25 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
Pra minha Nívea VI
Amar é verbo,
do beijar ao machucar
Amar é sujeito,
recebendo afagos
doando afetos
Amar objeto direto
quando nos desejamos
nos tocamos
Amar objeto indireto
quando nossas energias
transcendem do corpo
nossas alegrias e tristezas
riem-se e choram-se
para nos unir com ternura
do beijar ao machucar
Amar é sujeito,
recebendo afagos
doando afetos
Amar objeto direto
quando nos desejamos
nos tocamos
Amar objeto indireto
quando nossas energias
transcendem do corpo
nossas alegrias e tristezas
riem-se e choram-se
para nos unir com ternura
sábado, 23 de julho de 2011
Pra Minha Nívea V
Teu olhar que me decifra
Tua boca que eu fito
Teus"morenos" cabelos em desalinho
Teu cheiro que me enebria
És uma paixão vertente
És um amor torrente
És calma e tempestade
És a bela que me acende
Tua boca que eu fito
Teus"morenos" cabelos em desalinho
Teu cheiro que me enebria
És uma paixão vertente
És um amor torrente
És calma e tempestade
És a bela que me acende
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