quarta-feira, 27 de abril de 2011

Caminhando pela educação!!!!!!!!!!!!!!!!!

Muito se fala em reconhecer o educador, o mestre, o professor e por vezes é atribuído um sentido amplo a este termo, um misto de dinheiro com perceber a importância social da profissão de professor.
Acredito que é bom separar, o reconhecimento da função social do professor é que justifica que esta seja uma profissão que tenha a sua remuneração muito melhorada, além do PSPN, avaliando o piso criado para 20h e comparando com outros cargos que também exigem a graduação como formação inicial percebe-se que os professores podem ter sua condição salarial ainda melhorada.
Não  trata-se de fazer "choradeira" profissional como alegam alguns detratores do magistério, é uma justa demanda dos profissionais da educação, somos nós os professores que podemos e devemos cooperar para melhorar os índices de desenvolvimento do nosso Brasil, só o conhecimento pode nos projetar como nação respeitada. É a educação que vai transformar o Brasil em país tecnológico, que vai proporcionar um melhor aproveitamento das nossas riquezas naturais.
Assim, o que nós professores necessitamos é sim de afago social,de reconhecimento como ser humano, do retorno da dignidade profissional e também de retribuição financeira justa e muito boa.
Muitos dos que dizem que os professores devem ser valorizados ao verem mínimas melhorias na remuneração do magistério fazem "beicinho" e retornam ao velho discurso de que já ganhamos o suficiente.

Menos uma árvore

Perdemos mais uma árvore em nossa cidade, certamente existe uma bela justificativa para mais esta decepação em nossa flora urbana.
Foi ao chão um salso chorão que ficava na esquina da Rua Vinte com Av Presidente Vargas, as alegações devem ser as mesmas de sempre: vegetal impróprio para o local, muito próxima da esquina etc etc etc.
Bem que a gente poderia cuidar melhor das árvores existentes, as novas plantadas custam a vingar. Aliás pelos mais variados problemas, inclusive o pouco apreço que temos pela arborização urbana, e vem chegando a época das podas.
Enquanto isto um pé de cinamomo, morto, aguarda ser retirado e substituído na Av General Sampaio.




Acima temos imagem de erva-de-passarinho, problema que acomete várias árvores da nossa cidade, bem que elas poderiam ser limpas, tratadas com carinho e teríamos a possibilidade de salvar algumas espécies vegetais da nossa cidade, muitas existentes desde tempos remotos em nossas praças.
Como sabemos o combate da erva acima referida é feito por poda e raspagem, certamente trabalhoso o serviço de limpeza para retirada desta hemiparasita, mas por certo muito necessário.



CLIMA, um pouco do outro lado

Reproduzo abaixo texto publicado no jornal Zero Hora, do dia 15/03/2010 que nos dá um pouco do outro lado sobre as mudanças climáticas. Sempre é bom praticarmos o "benefício da dúvida", a boa desconfiança da marcha cega do rebanho. Consultem também os céticos do clima, os estudos do cientista  Luiz Carlos Baldicero Molion, etc.


CIÊNCIA CLIMÁTICA OU EVANGELIZAÇÃO CLIMÁTICA?


Como George W. Bush e Tony Blair aprenderam do jeito mais difícil, as pessoas não gostam de ser enganadas sobre a origem de ameaças em potencial. A revelação de que as razões para invadir o Iraque eram muito exageradas – e, em alguns casos, completamente inventadas – provocou uma reação adversa que ajudou a tirar o Partido Republicano do poder nos Estados Unidos em 2008, e que pode fazer o mesmo com o Partido Trabalhista britânico no final deste ano.

Uma mudança similar na opinião pública mundial está acontecendo em relação às mudanças climáticas. O processo ganhou impulso no final do ano passado, após hackers vazarem milhares de e-mails de um renomado centro britânico de pesquisa, mostrando que alguns dos mais influentes climatologistas vinham tentando disfarçar falhas em seu trabalho, bloqueando pesquisas e tramando para reforçar o que remonta a uma linha partidária sobre mudanças do clima. Mais recentemente, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), respeitado grupo consultivo das Nações Unidos, foi profundamente constrangido pela revelação de que algumas previsões alarmantes de um informe influente, lançado em 2007, tinham pouca ou nenhuma base científica.

Apesar de nenhum desses lapsos dar qualquer motivo para duvidar de que o aquecimento global é real, causado pelo homem, e que irá criar problemas para nós, esses desafios ao IPCC estão fazendo estragos. De fato, estudos recentes mostram que cresce cada vez menos a crença da opinião pública no consenso científico sobre o aquecimento global.

As maiores manchetes sobre os erros do IPCC falam de um alerta sobre o derretimento das geleiras do Himalaia feito em seu informe de 2007 sobre os possíveis impactos das mudanças climáticas. “As geleiras do Himalaia estão diminuindo mais rápido do que em qualquer outra parte do mundo”, disse o relatório, acrescentando que “se o ritmo atual persistir, a possibilidade de elas desapareceram até o ano 2035, talvez antes, é muito alta”. Como se viu, essa previsão não se baseava em nenhuma pesquisa científica revisada por especialistas, e sim fora tirada de um relatório da WWF (World Wildlife Fund), que repercutia uma especulação não-comprovada de um único pesquisador.

Essa falta de base científica não impediu inúmeros ativistas contra o aquecimento global de citar a previsão sobre as geleiras a qualquer oportunidade. Quando o governo da Índia afirmou no ano passado que as geleiras do Himalaia estavam em uma forma melhor do que a alegada pelo IPCC, o presidente do painel, Rajendra Pachauri, desdenhou das objeções alegando que eram baseadas em “ciência de vodu”.

Recentemente, o governo indiano reagiu às revelações sobre a falta de embasamento dos alertas sobre as geleiras anunciando planos de estabelecer o que parece ser seu próprio “IPCC indiano”, para medir o impacto do aquecimento global. O ministro do Ambiente, Jairam Ramesh, declarou:

– Há uma linha tênue entre ciência climática e evangelização climática. Eu estou do lado da ciência climática.

Evangelização climática é uma descrição correta para o que o IPCC tem feito, por ter exagerado algumas das ramificações das mudanças no clima visando chamar a atenção dos políticos. Murari Lal, principal autor do relatório do IPCC que continha o erro sobre o Himalaia, admitiu que ele e seus colegas sabiam que a previsão dramática sobre as geleiras não era baseada em nenhuma ciência revisada por especialistas. Como se não bastasse, ele explicou:

– Nós pensamos que se pudéssemos chamar a atenção, isso impactaria legisladores e políticos, encorajando-os a fazer alguma ação concreta.

A ação concreta que eles tinham em mente era levar os governos a determinarem cortes drásticos nas emissões de dióxido de carbono. Os ativistas têm insistido nessa abordagem para combater o aquecimento global sem sucesso por 20 anos, mais recentemente no fracassado encontro sobre o clima de dezembro em Copenhague. O problema é que é uma solução muito cara para os políticos e a opinião pública engolirem facilmente – e é por isso que muitos cientistas climáticos bem-intencionados aparentemente concluíram que ao invés de acreditar em discussões bem fundamentadas, eles poderiam muito bem assustar a nós, os tolos.

Considere o que o IPCC teve de dizer sobre fenômenos naturais extremos, como intensos furacões. O custo desses eventos em termos de destruição de propriedades e distúrbio econômico tem aumentado constantemente. Todos estudos feitos por especialistas têm mostrado que isso não é uma consequência do aumento da temperatura, mas sim porque mais pessoas vivem de forma perigosa.

Além disso, na influente avaliação das mudanças climáticas de 2007 do IPCC, O Grupo de Trabalho II do painel (encarregado de avaliar o potencial de impacto do aquecimento global) escolheu citar um então inédito estudo que supostamente descobrira que o aquecimento global tinha dobrado os custos de danos nos últimos 35 anos. Na verdade, quando esse estudo foi finalmente publicado, declarava categoricamente que havia “evidências insuficientes” para ligar o aumento das perdas ao aquecimento global. Em outras palavras, o que o Grupo de Trabalho II informou estava totalmente errado.

Também na avaliação de 2007, o Grupo de Trabalho II alertou que “até 40% da floresta Amazônica” estava sob risco eminente de ser destruída pelo aquecimento global. A base para esse alerta era um único relatório da WWF que por sua vez citava um único estudo, que nem mesmo tratava de mudanças climáticas, mas sim do impacto das ações humanas como o corte de árvores e queimadas. De forma semelhante, o Grupo de Trabalho II alertou que “por volta de 2020, em alguns países (africanos), rendimentos provenientes da agricultura pluvial poderiam ser reduzidos em até 50%”. Muito citada desde então, essa alarmante estatística se baseia em um único ponto de um informe de uma instituição de pesquisa ambiental.

Há outros numerosos exemplos de travessuras similares feitas pelo Grupo de Trabalho II. Então, afora uma relutante admissão de que suas previsões sobre as geleiras do Himalaia tinham “fundamentos deficientes”, teria ainda que reconhecer – muito menos do que pedir desculpas por – qualquer um dos lapsos.

Se o IPCC quer fazer seu trabalho de forma correta, deve confessar todos os seus erros e arrumar a casa. Ninguém espera que ele seja infalível. Mas nós também não devemos tolerar suas tentativas de assustar os legisladores ao invés de informá-los.


Tradução: Pedro Moreira


BJØRN LOMBORG

domingo, 10 de abril de 2011

Troca de árvores!!!!!!!!!!

Antes de trocar as árvores verdes e vivas de nossa cidade, por novas espécies mais adequadas a arborização urbana, poderíamos ter começado substituindo as árvores secas da Praça Rio Branco. É uma pequena contribuição, vide as árvores que tentam se impor a bandidagem humana junto aos brinquedos da mesma Praça.

Educação não rima com $$$$$$$

"Educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido."
(Sir Arthur Lewis)


Educar é um investimento em vidas humanas, é sobrepor o social ao capital. Para termos êxito nesta área não podemos usar a lógica da linha de montagem, alunos e professores são seres humanos e respondem de forma diversa aos variados estímulos do meio ambiente.É preciso usar do amor, da dedicação, ter sensibilidade, conhecer os conteúdos que serão ministrados, procurar a melhor maneira de compartilhar os conhecimentos com os alunos.Incluir todos os desgarrados, os afastados pelos mais diversos motivos, buscar cada história de vida para superar nossos índices e atingir nossas metas. Isto requer recursos financeiros que são um investimento para melhoria do nosso capital humano. Não é só salário, é todo o resto, é o recheio da escola, a capacitação do professor,a merenda do aluno, o transporte escolar etc.

Educar é isso!!!!!!!!!!

"Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses."
(Rubem Alves)


Perceber que em cada aluno existem múltiplas possibilidades de crescimento, de mudanças e avanços. Ser sensível as pequenas melhorias e estimula-las é fundamental.

Do "em frente" diário

"Eu acho que tenho essa ironia, esse deboche sim.

É uma autodefesa, porque as pessoas são fogo mesmo.

Então a gente tem que jogar um pouco com o

deboche, com o cinismo para não se machucar."

Cazuza

PATERNIDADE 2

"Homem tem que aprender a sofrer em público, sofrer por um filho o que sofre por uma dor de cotovelo, apanhar das cólicas e da coriza, desabar numa mesa de bar, beber interurbanos, fechar a rua e o sobrenome para encurtar distâncias, chorar nas apresentações escolares, fingir abandono a cada despedida, para só assim mostrar que pai, pai mesmo, nunca será dispensável."  

O texto acima é do ótimo Fabrício Carpinejar, serviu como luva para definir a paternidade, a entrega que devemos ter ao ser pai.

UNIVERSIDADE PÚBLICA e Justiça Eleitoral

Bem que a nossa UNIPAMPA poderia providenciar equipamentos prosaicos para uso dos seus alunos, afinal bebedouros não são nem um luxo e para uma universidade que gasta comprando várias viaturas cabinadas, tracionadas, para rodar essencialmente em ruas pavimentadas, uma fonte de água é bem mais barata e simples de ser adquirida. Sem contar que não existe Restaurante Universitário,e é bom lembrar que os alunos da Universidade que dependem de alimentação são supridos pelo Restaurante Popular da Prefeitura Municipal de Bagé. Aliás esta é mais uma ajuda que o ente público municipal tem que oferecer. Aos desavisados cabe informar que a Justiça Eleitoral usa e abusa ao solicitar viaturas e funcionários das prefeituras da região. Não imagine que o judiciário auxilia nas despesas e possui ótimo orçamento.